COMO AJUDAR NA ROTINA ESCOLAR - Dicas para Pais.
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COMO AJUDAR NA ROTINA ESCOLAR (revista VEJA)
O QUE O PROFESSOR HARRIS COOPER SUGERE PARA QUE OS PAIS PARTICIPEM DAS TAREFAS ESCOLARES:
• Garantir que não faltem em casa livros, um bom dicionário e espaço tranqüilo para realizar o dever.
• Mostrar-se entusiasmados em relação às tarefas dos filhos. Segundo pesquisas, isso ajuda a fazê-los encarar o dever como uma atividade prazerosa.
• Fazer a criança perceber que suas tarefas têm aplicação na vida prática. Por exemplo: ao consultar seu saldo bancário, mostrar como se usa a matemática para conferir a conta.
• Ao ter a ajuda requisitada, apenas dar sugestões de como resolver a questão. Está provado que essa é uma estratégia mais eficiente do que revelar a resposta.
• Se a criança demonstrar sinais de exaustão, sugerir um intervalo para o descanso antes da conclusão
O QUE AS ESCOLAS FALAM SOBRE O DEVER DE CASA COMO ELAS ACHAM QUE OS PAIS PODEM AUXILIAR NAS TAREFAS ESCOLARES
Primeiro, os pais devem estimular os filhos a ter uma rotina de estudos em casa. Outra medida de efeito positivo é que demonstrem interesse pelas tarefas. Em relação à ajuda na realização dos deveres, o consenso é que os pais desempenhem o papel de orientadores. Ao serem solicitados, eles devem indicar livros e sites para pesquisa. Também podem fornecer pistas sobre a resolução de um problema. “Dar a resposta certa, jamais”, dizem os educadores ouvidos por VEJA.
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
OS TRÊS PORQUINHOS - EM LIBRAS.-
ESTAVA PROCURANDO ATIVIDADES EM LIBRAS E ENCONTREI EM http://picasaweb.google.com/fernanda.kolb/OSTRESPORQUINHOSEMLIBRAS TEM VARIAS ATIVIDADES MUITO LEGAIS, VALE APENA CONFERIR.
POESIAS INFANTIS
POESIAS
Onde vais, elefantinho
Correndo pelo caminho
Assim tão desconsolado?
Andas perdido, bichinho
Espetaste o pé no espinho
Que sentes, pobre coitado?
— Estou com um medo danado
Encontrei um passarinho!
Vinicios de Moraes
A porta -VINICIUS DE MORAIS
Eu sou feita de madeira
Madeira, matéria morta
Mas não há coisa no mundo
Mais viva do que uma porta.
Eu abro devagarinho
Pra passar o menininho
Eu abro bem com cuidado
Pra passar o namorado
Eu abro bem prazenteira
Pra passar a cozinheira
Eu abro de supetão
Pra passar o capitão.
Só não abro pra essa gente
Que diz (a mim bem me importa...)
Que se uma pessoa é burra
É burra como uma porta.
Eu sou muito inteligente!
Eu fecho a frente da casa
Fecho a frente do quartel
Fecho tudo nesse mundo
Só vivo aberta no céu!
As borboletas- VINICIUS DE MORAES
Brancas
Azuis
Amarelas
E pretas
Brincam
Na luz
As belas
Borboletas.
Borboletas brancas
São alegres e francas.
Borboletas azuis
Gostam muito de luz.
As amarelinhas
São tão bonitinhas!
E as pretas, então...
Oh, que escuridão!
pato
Lá vem o Pato
Pata aqui, pata acolá
Lá vem o Pato
Para ver o que é que há.
O Pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo
Comeu um pedaço
De jenipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi pra panela.
Onde vais, elefantinho
Correndo pelo caminho
Assim tão desconsolado?
Andas perdido, bichinho
Espetaste o pé no espinho
Que sentes, pobre coitado?
— Estou com um medo danado
Encontrei um passarinho!
Vinicios de Moraes
A porta -VINICIUS DE MORAIS
Eu sou feita de madeira
Madeira, matéria morta
Mas não há coisa no mundo
Mais viva do que uma porta.
Eu abro devagarinho
Pra passar o menininho
Eu abro bem com cuidado
Pra passar o namorado
Eu abro bem prazenteira
Pra passar a cozinheira
Eu abro de supetão
Pra passar o capitão.
Só não abro pra essa gente
Que diz (a mim bem me importa...)
Que se uma pessoa é burra
É burra como uma porta.
Eu sou muito inteligente!
Eu fecho a frente da casa
Fecho a frente do quartel
Fecho tudo nesse mundo
Só vivo aberta no céu!
As borboletas- VINICIUS DE MORAES
Brancas
Azuis
Amarelas
E pretas
Brincam
Na luz
As belas
Borboletas.
Borboletas brancas
São alegres e francas.
Borboletas azuis
Gostam muito de luz.
As amarelinhas
São tão bonitinhas!
E as pretas, então...
Oh, que escuridão!
pato
Lá vem o Pato
Pata aqui, pata acolá
Lá vem o Pato
Para ver o que é que há.
O Pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo
Comeu um pedaço
De jenipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi pra panela.
MÚSICAS INFANTIS
A Barata Diz Que Tem
Temas Infantis
A Barata diz que tem sete saias de filó
É mentira da barata, ela tem é uma só
Ah ra ra, iá ro ró, ela tem é uma só !
A Barata diz que tem um sapato de veludo
É mentira da barata, o pé dela é peludo
Ah ra ra, Iu ru ru, o pé dela é peludo !
A Barata diz que tem um sapato de fivela
É mentira da barata, o sapato é da mãe dela
ah rá rá, oh ró ró, o sapato é da mãe dela
A Barata diz que tem uma cama de marfim
É mentira da barata, ela tem é de capim
Ah ra ra, rim rim rim, ela tem é de capim
A Barata diz que tem um anel de formatura
É mentira da barata, ela tem é casca dura
Ah ra ra , iu ru ru, ela tem é casca dura
A Barata diz que tem o cabelo cacheado
É mentira da barata, ela tem coco raspado
Ah ra ra, ia ro ró, ela tem coco raspado
A Carrocinha
Temas Infantis
Bis :
A carrocinha pegou
Três cachorros de uma vez.
Bis :
Tra lá lá
Que gente é esta,
Tra lá lá
Que gente má !
A Casa
Temas Infantis
Era uma casa muito engraçada
Não tinha teto não tinha nada
Ninguém podia entrar nela não
Porque na casa não tinha chão
Ninguém podia dormir na rede
Porque na casa não tinha parede
Ninguém podia fazer pipi
Porque pinico não tinha ali
Mas era feita com muito esmero
Na rua dos bobos número zero.
Eu Era Assim
Temas Infantis
Quando eu era nenê, nenê, nenezinho,
Eu era assim... Eu era assim. Quando eu era menina, menina, menina,
Eu era assim... Eu era assim...
Quando eu era mocinha, mocinha, mocinha,
Eu era assim... Eu era assim...
Quando eu era casada, casada, casada
Eu era assim... Eu era assim...
Quando eu era mamãe, mamãe, mamãe
Eu era assim... Eu era assim...
Quando eu era vovó, vovó, vovó,
Eu era assim... Eu era assim...
Quando eu era caduca, caduca, caduca,
Eu era assim... Eu era assim...
Quando eu era caveira, caveira, caveira
Eu era assim... Eu era assim...
A linda rosa juvenil
Temas Infantis
A linda rosa juvenil, juvenil, juvenil
A linda rosa juvenil, juvenil
Vivia alegre em seu lar, em seu lar, em seu lar
Vivia alegre em seu lar, em seu lar
E um dia veio uma bruxa má, muito má, muito má
Um dia veio uma bruxa má, muito má
Que adormeceu a rosa assim, bem assim, bem assim
que adormeceu a rosa assim, bem assim
E o tempo passou a correr, a correr, a correr
E o tempo passou a correr, a correr
E o mato cresceu ao redor, ao redor, ao redor
E o mato cresceu ao redor, ao redor
E um dia veio um belo rei, belo rei, belo rei
E um dia veio um belo rei, belo rei
Que despertou a rosa assim, bem assim, bem assim
que despertou a rosa assim, bem assim
Batemos palmas para o rei, para o rei, para o rei
batemos palmas para o rei, para o rei
Eu Sou Pobre, Pobre
Temas Infantis
Eu sou pobre, pobre, pobre,
De marré, marré, marré.
Eu sou pobre, pobre, pobre,
De marré deci.
Eu sou rica, rica, rica,
De marré, marré, marré.
Eu sou rica, rica, rica,
De marré deci.
Eu queria uma de vossas filhas,
De marré, marré, marré.
Eu queria uma de vossas filhas,
De marré deci.
Escolhei a qual quiser,
De marré, marré, marré.
Escolhei a qual quiser,
De marré deci.
Eu queria (nome da pessoa),
De marré, marré, marré,
Eu queria (nome da pessoa),
De marré deci.
Que ofício dais a ela ?
De marré, marré, marré.
Que ofício dais a ela ?
De marré deci.
Dou o ofício de (nome do ofício)
De marré, marré, marré.
Dou o ofício de (nome do ofício),
De marré deci.
Este ofício me agrada (ou não)
De marré, marré, marré.
Este ofício me agrada (ou não)
De marré deci.
Lá se foi a (nome da pessoa),
De marré, marré, marré.
Lá se foi a (nome da pessoa),
De marré deci.
Pra terminar :
Eu de pobre fiquei rica.
De marré, marré, marré.
Eu de rica fiquei pobre,
De marré deci.
Meu Lanchinho
Temas Infantis
Meu sininho, meu sininho,
Meu sinão, meu sinão,
Bate de mansinho,
Bate de mansainho:
Dim, dim, dom.
Dim, dim, dom.
Está chovendo! Está chovendo!
O que fazer? O que fazer?
Abre o guarda-chuva,
Abro o guarda-chuva
Pra se esconder,
Pra se esconder.
Motorista, motorista,
Olha o poste! Olha o poste!
Não é de borracha!
Não é de borracha!
Vai bater! Vai bater!
Meu lanchinho, meu lanchinho
Vou comer, vou comer
Prá ficar fortinho,
Prá ficar fortinho
E crescer! E crescer!
A Galinha do Vizinho
Temas Infantis
A galinha do vizinho
Bota ovo amarelinho.
Bota um, bota dois, bota três,
Bota quatro, bota cinco, bota seis,
Bota sete, bota oito, bota nove,
Bota dez!
Indiozinho
Temas Infantis
Um , dois, três indiozinhos
quatro , cinco, seis indiozinhos
sete , oito, nove indiozinhos
dez num pequeno bote
Iam navegando pelo rio abaixo
Quando o jacaré se aproximou
E o pequeno bote dos indiozinhos
quase, quase virou
quase, quase virou
MAIS NÃO VIROU!
Pai Francisco entrou na roda
Tocando seu violão
Balalan ban ban ban ban balalan ban ban
Vem de lá seu delegado
E Pai Francisco foi pra prisão
Como ele vem todo requebrado
Parece um boneco desengonçado.
sábado, 19 de março de 2011
Inclusão Social
SUPERAÇÃO ...
Tudo é possível quando o amor e o profissionalismo andam juntos.
Caso Bruna – Escola 16 de Junho - Colorado do Oeste
Segundo diagnóstico médico: Bruna nunca iria falar, mas professores provam que o amor faz a diferença.
Bruna, de dez anos, chegou a escola 16 de Junho, no ano de, 2009 com 08 anos de idade, matriculada no terceiro ano. A aluna de inclusão, a escola a acolheu, no entanto, na época não dispunha professores com habilidades de linguagens de sinais, foi complicado.
A aluna estava na escola e era evidente que alguém precisava atendê-la. Foi quando a professora Alzira Melo Segantini se dispôs a ajudá-la, a qual contou com o apoio incondicional da Direção da escola que imediatamente solicitou a ajuda da Representação de Ensino de Colorado e na soma de esforços a técnica da REN, professora Aparecida Garcia, orientou os primeiros passos, o emprego da linguagem labial.
Na sequência as professoras: Alzira e Claudinéia, junto com a supervisora Valdecira, recorreram a diferentes meios, na busca por estratégias pedagógicas, nesse momento a internet foi de grande utilidade.
Orientados pela professora Aparecida Garcia/REN, a Direção, supervisão e professoras entraram solicitaram do MEC material didático, caminho que no momento não teve grande sucesso considerando que a aluna não estava cadastrada no senso anterior da escola 16 de Junho.
A SEDUC operacionalizou a disponibilidade de hora- extra para a professora Janete Canto, que conta com vastas habilidades na area de atendimento a pessoas surdas e grande conhecimento em LIBRAS. A professora Janete trabalhou com a Bruna, e promoveu cursos de capacitação aos professores nas dependências da escola.
As professoras Regina, Marilza, Vanilza, Claudinéia e Alzira, alternavam entre si, atendendo com profissionalismo e amor, persistindo na inclusão da Bruna dispondo a ela atendimento individual e acompanhamento na sala de aula, mostrando a todos que a segregação é demasiadamente ruim.
Marilza e Regina trabalhavam diariamente com a Bruna, no contra turno, com atividades relacionadas a Linguagem Brasileira de Sinais. O trabalho se estendia de modo a envolver os colegas de sala da Bruna, os quais também aprenderam a se comunicar em LIBRAS e assim foi criado um ambiente onde todos “falavam a mesma língua”.
Para facilitar o entendimento sobre o quadro operacional pedagógico da Escola 16 de Junho, veja como a então diretora - professora Irinéia Rosa Deambrósio, distribuiu as funções: A professora Vanilza na sala abrangida pelo projeto “Mesa Alfabetico Educacional”, a qual se esmerou em realizar cursos especificos na area de LIBRAS; a professora Marilza –responsavel pelo departamento de inclusão-(surdos e mudos) recorria ao laboratório de informática para realizar atividades; fez o curso de pós graduação em Psico-Pedagógia e cursos de LIBRAS. A professora Alzira: titular da sala de aula da qual Bruna fazia parte, participou de inúmeros cursos entre eles: Libras, especialização em Psico Pedagógia, efetivou parcerias com profissionais que realizavam atendimentos a alunos surdos, para buscar novas estratégias de ensino.
A equipe trabalhou com a Bruna, sempre enfatizando a linguagem labial, muitas vezes Bruna colocava as mãos nas cordas vocais das professoras para sentir a vibração dos sons, as quais procuravam falar compassadamente para que ela pudesse ver a linguagem labial.
A escola, via SEDUC, encaminhou a aluna ao atendimento médico especializado na Capital. Foi grande a tristeza da escola ao analisar o diagnóstico, o qual expressava a impossibilidade da aluna conseguir falar, considerando que ela nasceu surda, assim sendo, seria impossível falar. A situação agravou-se ainda mais diante do quadro cruel de diabete que Bruna é acometida, fator que torna inviável a utilização do aparelho para ouvir. O caso era de cirurgia, entretanto essa possibilidade foi logo descartada por conta do risco: diabete/alto risco.
A escola persistiu trabalhando com a linguagem de sinal, todos empenhados em incluir a Bruna através da LIBRAS, e assim em março de 2011 veio a agradável surpresa, quando de repente ao lado da professora a Bruna pronuciou as letras A,B,C, A BRUNA FALOU!!!!
A comoção foi grande. As professoras se emocionaram, soltaram lágrimas ao ver que o impossível aconteceu. Abraçaram Bruna com muita alegria e juntas comemoraram a grande vitória.
Nos dias que se seguiram o desenvolvimento de Bruna foi evidente, cada dia mais surpresas e agora é capaz de juntar letras formando sílabas.
Preocupados com a diabete, todos da escola incluindo ai merendeiras, colegas /alunos, preocupam em manter a Bruna longe de doces e guloseimas que possam lhe prejudicar.
Registra-se que ela busca a inclusão, participa das atividades lúdicas da escola, incluindo atividades teatrais e esportivas. É companheira e amada pelos colegas.
A diretora Cleonice Adriana, unida ao trabalho à tempo iniciado, com amor, não medirá esforços para conseguir especialista que possam orientar a continuidade do trabalho, junto a aluna e aos profissionais da escola.
Bruna, uma história de amor e dedicação. A prova de que com a prática educacional inclusiva, responsável, mediada pela paciência e dedicação é possível fazer a diferença.
Colorado do Oeste, 14/03/2011.
sexta-feira, 4 de março de 2011
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